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Em ética dos partidos, indisciplina dá mais punição que corrupção

Estadao Conteúdo Postado em: 26/02/2017 às 14:26:15

 

Em código de ética dos partidos, indisciplina dá mais punição que corrupção
Antony Garotinho chegou a passar uma semana sob custódia e não recebeu punião do partido. (Foto: Agência Brasil)
 
 
Os códigos de ética da maioria dos partidos fazem raras referências a atos de improbidade ou desvios de conduta e costumam privilegiar a previsão de punições para indisciplina partidária. Um exemplo é o PR, em que as sanções mais severas foram aplicadas a parlamentares que votaram contra a orientação do partido. Foi assim com Sandro Mabel, em 2011, quando ele concorreu à presidência da Câmara enquanto a orientação era apoiar o candidato do PT, Marco Maia (RS). Também foram punidos os deputados Clarissa Garotinho (RJ), Zenaide Maia (RN) e Silas Freire (PR) por votarem contra a PEC do Teto, no fim do ano passado. O partido havia orientado voto a favor. Mabel e Clarissa pediram desfiliação após a aprovação da decisão do partido de expulsá-los. Maia e Freire foram afastados.

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