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Governo de Goiás quer quitar folha integral dentro do mês trabalhado

Secretário da Fazenda, Fernando Navarrete. Fotos: O Hoje

 

O Governo de Goiás pretende quitar as folhas salariais do funcionalismo dentro do mês trabalhado. Segundo o secretário da Fazenda, Fernando Navarrete, a meta é pagar todos os funcionários de uma vez, mas ainda não há essa possibilidade por conta de fluxo de caixa. “Claro que queremos o quanto antes, mas depende de diversas variáveis. Isso é uma meta nossa, mas ainda não colocamos data para isso acontecer”, afirma Navarrete.

Em julho de 2015, por causa da crise financeira que afetou todo o país, o governo estadual tomou, por cautela, a decisão de dividir o pagamento dos servidores, a fim de equilibrar as contas e também evitar possíveis atrasos. Vale ressaltar que, mesmo com a adoção dessa medida, o Estado atende o que determina a lei, que é quitar a folha até o décimo dia útil do mês subsequente.

Desta forma, servidores com remuneração menor que R$ 3,5 mil líquidos recebem dentro do mês trabalhado – no último dia útil – enquanto os salários acima desse valor – R$3,5 mil – são depositados até o décimo dia útil do mês seguinte.

LDO

Na última quarta-feira, dia 15, o secretário fez uma apresentação das contas de 2016 na Assembleia Legislativa, quando apontou que as receitas primárias encerraram o ano em 20.890.311.031 bilhões, pouco abaixo do previsto na Lei de Diretrizes orçamentárias (LDO). Em contrapartida, a despesa total subiu apenas 3,42% em relação ao ano anterior, fato positivo se considerada a inflação do período que foi acima de 6%. As despesas realizadas foram de R$ 19.850.018.930 bilhões, frente ao previsto na LDO que era de R$ 21.152.406.411 bilhões, totalizando em economia de R$1,3 bilhão da previsão inicial.

Essa economia, destacou o secretário, foi possível pelo contingenciamento do orçamento, realização do Programa de Negociação Fiscal do Estado – Pronefi, entre outras ações de impacto. Na área de arrecadação ele destacou o reforço da fiscalização com investimento em tecnologias como o programa de Fiscalização Inteligente Seletiva (FIS), e a reestruturação do setor de recuperação de créditos da dívida ativa que fechou o ano de 2016 com carteira de parcelamento superou a R$ 800 milhões. Fonte: Goiás Agora

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