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Grávida morta ao ser baleada onde morava; o marido é suspeito

Segundo PM, homem fugiu a pé após arrombar casa e cometer o crime. Filho de vítima, de 6 anos, teria presenciado o homicídio

O crime foi cometido no Setor Caravelas. Foto: Reprodução TV Anhanguera

 

Uma grávida foi morta após ser baleada na madrugada desta segunda-feira (4), no condomínio de casas onde morava, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, a vítima, identificada como como Denise Ferreira da Silva, de 34 anos, estava no quarto mês de gestação. O filho dela, de 6 anos, teria presenciado o homicídio. A corporação informou que o marido da mulher, Aginaldo Viríssimo Coelho, de 50 anos, é suspeito do crime. Ele fugiu do local.

O crime foi cometido no Setor Caravelas. De acordo com a ocorrência, vizinhos acionaram a corporação informando que a mulher havia sido baleada. O corpo da gestante foi encontrado na rua, perto da casa dela. Vizinhos afirmaram à polícia que o marido fugiu do local a pé. Ele contaram também que as brigas entre o casal eram constantes e que o homem, inclusive, já responde a um processo por violência doméstica contra a mulher.

A TV Anhanguera apurou que, apesar de ainda casados formalmente, eles se separaram há alguns meses. No entanto, o marido estava morando em uma outra casa que possui no mesmo condomínio.

De acordo com o perito Diogo Queiroz, foram efetuados dois tiros, mas somente um atingiu Denise, no pescoço. Pela cena encontrada, ele acredita que o suspeito arrombou a residência e que a mulher tentou fugir.

“Ela foi morta na rua. Tem sinais de arrombamento. Tudo indica que o autor teria arrombado o acesso, ocorrido uma discussão que fez com que ela corresse para a rua, onde o agressor veio em seu encalço. Ela acabou, de alguma forma, caindo ao solo, e ele desferiu dois tiros, sendo que somente um a acertou”, informou à TV Anhanguera. 

O delegado Dannilo Proto, da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) será o responsável por investigar o caso. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, por hora, ele não vai se pronunciar sobre as diligências. (Por Sílvio Túlio)

Fonte: G1 GO

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